quinta-feira, março 29, 2007

Internacionais Portugueses

Quem é que pode ajudar-me com as datas de nascimento e naturalidade dos seguintes jogadores internacionais ?
Alfredo Torres Pereira
(Lisboa ou Setúbal ?)
Artur Augusto (Lisboa)
Domingos das Neves (Setúbal)
Francisco Serra e Moura (Lisboa ou Setúbal ?)
Francisco Silva (Setúbal)
Henrique Portela (Lisboa)
Joaquim Ferreira (Setúbal)
Joaquim Filipe dos Santos (Setúbal)
Martinho Andrade Oliveira (Lisboa)

Alguém conhece um familiar, ou amigo, destes jogadores ? é importantissimo saber a data de nascimento destes internacionais, que nem a Federação sabe.
Obrigado pela v. colaboração.

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domingo, fevereiro 18, 2007

Grandes Jogadores: Manuel Fernandes

Manuel José Tavares Fernandes
Nasceu a 5 de Junho de 1951, em Sarilhos Pequenos (Moita)
Avançado, é o jogador com mais jogos na I Divisão Nacional.


ÉpocaClube (Divisão)Campeonato
JGVED
1967-68Sarilhense (Juvenil)-
1968-69CUF Barreiro (Junior)-
1969-70CUF Barreiro (Jun./I) 30201
1970-71CUF Barreiro (I)196559
1971-72CUF Barreiro (I)28811125
1972-73CUF Barreiro (I)2781089
1973-74CUF Barreiro (I)2668711
1974-75CUF Barreiro (I)28108911
1975-76Sporting (I)29261658
1976-77Sporting (I)26211664
1977-78Sporting (I)28131846
1978-79Sporting (I)24101374
1979-80Sporting (I)29102342
1980-81Sporting (I)23101067
1981-82Sporting (I)27151683
1982-83Sporting (I)2561456
1983-84Sporting (I)30171947
1984-85Sporting (I)27161872
1985-86Sporting (I)29302063
1986-87Sporting (I)29161586
1987-88V. Setúbal (I)28161288
Estreia na I Divisão: CUF Barreiro-Benfica, 0-2 (16-9-1969, aos 65m.)
Treinador: Costa Pereira
Total de Jogos e Golos:644329VED
I Divisão485244254119112
Taça de Portugal695349614
Comp. UEFA4919221017
Supertaça Nacional43112
Selecção Nacional317101011
Outras selecções63411
Títulos:
Campeão Nacional em 79/80 e 81/82
Taça de Portugal em 77/78 e 81/82
Supertaça Nacional em 82/83
Goleador da I Divisão em 85/86


PERFIL Havia saber e desejo de participação a mais para se dedicar apenas a uma tarefa em campo. Trazia escrito no olhar que era ponta-de-lança, mas o veneno do drible curto, a articulação da velocidade com a bola e o entusiasmo com que disparava até ao obstáculo seguinte mostravam a cadência e o tipo de jogo de quem vivera muitos anos encostado à linha lateral. Sim, tornou-se um marcador extraordinário, mas a permanente preocupação de solicitar os companheiros, para progredir em apoio ou mesmo entregar a resolução final do problema a um deles desvendava o esquema de raciocínio de quem pensava sempre no melhor para o colectivo. Sim, marcou centenas de golos, mas o objectivo dos remates certeiros nunca foi aumentar os números de uma conta não controlada: aconteciam quando calhava e, valha a verdade, calhavam muitas vezes. Naturalmente.
Manuel Fernandes gostava muito do golo e dominava em absoluto a relação com o último toque, embora agisse durante toda a carreira como se o mais sagrado dos compromissos fosse com a equipa. Faltou-lhe o egoísmo típico dos grandes goleadores para atingir um patamar ainda mais elevado — nada que beliscasse a noção de felicidade, porque o seu conceito de realização pessoal não distinguia a assinatura do momento mágico, da autoria, por exemplo, do último passe. Dono de um prodigioso entendimento das acções construídas de trás para a frente, era perfeito a gerir a retenção da bola e a soltá-la no tempo certo, prova de que o espaço de manobra e a abrangência da acção era a totalidade do que sucedia entre a linha de meio campo e a baliza do adversário. Na posição específica de avançado, na qual foi grande no seu tempo e um dos melhores de sempre no futebol português, dispunha da quase totalidade das características necessárias: remate forte e colocado (muitas vezes aplicado de longe), excelente jogo de cabeça, velocidade na desmarcação e frieza na abordagem aos guarda-redes. A partir de certa altura acrescentou aos argumentos de ponta-de-lança — que já fora extremo e podia fazer de unidade criativa do meio-campo — o estatuto de capitão de equipa e referência do clube, factor importante para os companheiros e decisivo para intimidar os adversários. O tempo, de resto, consolidou a paLxão pelo Sporting, amor cuja intensidade o levou a pensar mais ni instituição do que em si próprio. Mas esse é um pecado, se pecado for, do qual nunca se arrependerá.

HISTÓRIA Deixara para, trás uma carreira de seis anos como extremo-direito ao serviço da CUF e uma vida desportiva iniciada no clube da sua terra, o 1º de Maio Futebol Clube Sarilhense. que chegou a representar aos 17 anos, na III Divisão. Vivia feliz entre Sarilhos Pequenos e o vizinho Barreiro; com o dinheiro recebido pelo futebol e o emprego na Companhia União Fabril ganhava o suficiente para não ter problemas e, por isso foi recusando sucessivamente as propostas de transferência vindas de FC Porto, Belenenses e Sporting. Por outro lado, a CUF do início dos anos 70 era uma equipa interessante, presença assídua na primeira metade da tabela e que lhe proporcionou, entre muitas outras coisas, a estreia nas competições europeias, a 20 de Setembro de 1972, em Bruxelas, na vitória sobre o Racing White (1-0). A crise na empresa, nascida a partir do 25 de Abril de 1974, confirmou a ideia, já em vigor, de que era jogador a mais para clube tão pouco ambicioso.
CARREIRA No momento decisivo pôde escolher entre Sporting e FC Porto. Por motivos de ordem geográfica (não queria afastar-se de casa) e do coração (sempre fora sportinguista) optou por Alvalade, mesmo que a tarefa, à partida, se apresentasse mais complicada de verde e branco: foi encarado como substituto do argentino Hector Yazalde, grande goleador do futebol português nos primeiros anos de 70, que uma época antes saíra para Marselha, com 104 jogos e outros tantos golos apontados com a camisola do Sporting. Manuel Fernandes não só aceitou o desafio como o venceu claramente, reciclando, com a facilidade dos prodígios, a maneira de jogar, agora numa zona mais central e assumidamente mais próxima da baliza. Na primeira época como leão marcou 26 golos — nas seis anteriores tinha feito 38.
Nos doze anos passados em Alvalade, o momento mais expressivo aconteceu em 1979/80, quando foi campeão nacional pela primeira vez. Já não tinha dúvidas, mas nessa altura teve a certeza absoluta de que não errara na escolha: era totalmente feliz. E assim continuou até ao momento em que lhe apontaram a porta da rua.
DESILUSAO No início de 1985/86, Portugal não estava ainda apurado para o Mundial do México e o cenário para a presença na grande montra não era animador. Manuel Fernandes, com 34 anos, anunciou publicamente ambições moderadas para a época. Ainda desiludido pelo afastamento do Euro-84, afirmou não ter como objectivo estar na fase final do Campeonato do Mundo. Mas a reviravolta foi total: por um lado, a selecção garantiu a qualificação, depois do célebre milagre de Estugarda; por outro, ele próprio arrancou para uma das suas mais extraordinárias temporadas de sempre, no fim da qual foi o melhor marcador do campeonato, com 30 golos em 29 jogos — a única vez em que tal sucedeu. A partir de certa altura, tornou-se caso nacional: o povo, principalmente o leonino, a exigir a presença do goleador, o seleccionador nacional, José Torres, suportado na declaração inicial de pouca disponibilidade para voltar à selecção, a dizer que não tinha sido ele a afastá-lo, mas sim Manuel Fernandes a ceder o lugar aos novos. Por isto ou aquilo, ficou o essencial: "Manel” queria ir e não foi. Quanto aos motivos, e por mais argumentos que Torres apresentasse, pareceu evidente que a sua exclusão obedecia à convicção inabalável do líder da equipa técnica nacional de que nao confiava totalmente nas suas capacidades.
MAGIA Em 1986/87, digerido o golpe da ausência do Mundial, regressou à selecção, mantendo intocável o seu lugar na família verde e branca. A época não estava propriamente a correr muito bem, até ao dia 14 de Dezembro de 1986. Nessa tarde, aconteceu a magia inesperada de um resultado para a lenda: Sporting, 7 - Benfíca, 1. Manuel Fernandes contribuiu para a festa com quatro golos, sendo também por isso o herói da goleada histórica. Manuel José, treinador leonino, não resistiria aos maus resultados que se seguiram e acabou por ser substituído pelo inglês Keith Burkinshaw, antigo responsável de uma excelente equipa do Tottenham da primeira metade dos anos 80 — vencedora da Taça UEFA em 1983/84. Com o destino traçado para os últimos meses, o objectivo foi preparar a época seguinte. Pelo meio, a 7 de Junho de 1987, o Sporting estaria ainda na final da Taça de Portugal, com o Benfica. Perdeu por 1-2. Seria a última vez que envergaria oficialmente a camisola sportinguista: acabou dispensado, como um qualquer funcionário, por decisão do novo técnico, avalizada pelos então dirigentes leoninos.
SELECÇÃO Doze anos separaram a primeira da última internacionalização de Manuel Fernandes, tempo significativo e confirmador da capacidade para se manter no topo durante muitíssimo tempo. Mas não foi feliz na selecçao. Em primeiro lugar, porque nunca foi primeira opção indiscutível para os sucessivos seleccionadores nacionais; depois porque falhou as duas grandes conquistas da geração a que pertencia: o Euro-84 e o Mundial-86, provas nas quais nem sequer participou nas fases de qualificação. O mais que conseguiu foi uma sequência de seis presenças consecutivas na equipa nacional — não falhou um único jogo entre 1977 e 1978 —, para se despedir na era pós-Saltillo, com cinco jogos efectuados, todos como capitão de equipa.
O FIM Inesperadamente colocado na lista de dispensados do Sporting no final de 1986/87, Manuel Fernandes aceitou o convite de Fernando Oliveira, seu antigo companheiro na CUF e na altura presidente do Vitória de Setúbal, para fazer uma última época como jogador, reencontrando Malcolm Allison, seu treinador aquando do segundo título conquistado ao serviço dos leões (81/82). Marcou 16 golos em 28 jogos, a equipa fez uma prova tranquila, com alguns pontos altos, mas em Maio de 1988 foi colocado perante novo desafio: acumular a função de jogador com o comando técnico da equipa, para substituir o treinador inglês nas derradeiras quatro jornadas do campeonato.
Em 1988/89, já só como treinador, levou o Vitória ao quinto lugar da I Divisão e ao sétimo na época seguinte. Seguiram-se passagens pela Ovarense e pelo Estrela da Amadora, regressando ao Sporting, pela primeira vez, em 1992, como adjunto de Bobby Robson. Em 1993/94 assumiu o comando do Campomaiorense (que trouxe à I Divisão), outra vez do Vitória de Setúbal, seguindo depois para os Açores, onde conduziu o Santa Clara da II B até à elite do futebol português. Voltaria uma vez mais ao Sporting, em 2000/01, para substituir Augusto Inácio. No final da época reviveu o momento difícil da separação, mas acabou por encontrar uma saída que o satisfez: viajou até aos Açores, para dar seguimento ao excelente trabalho iniciado em 1998.

Do livro: 100 Melhores do Futebol Português, da autoria de Rui Dias

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terça-feira, janeiro 30, 2007

Grandes Jogadores: António Sousa

Grandes Jogadores
António Augusto Gomes de Sousa

Nasceu em São João da Madeira, a 28 de de Abril de 1957
Médio ofensivo, é o segundo jogador com maior número de jogos na I Divisão

Carreira:
ÉpocaClube (Divisão)JGVED
1972-73Sanjoanense (Juvenis)-----
1973-74Sanjoanense (Jun.)(II)145644
1974-75Sanjoanense (Jun.)(II)2561078
1975-76Beira Mar (I)29106914
1976-77Beira Mar (I)2927814
1977-78Beira Mar (II)26151772
1978-79Beira Mar (I)30911217
1979-80FC Porto (I)2431752
1980-81FC Porto (I)3062163
1981-82FC Porto (I)2831693
1982-83FC Porto (I)2892053
1983-84FC Porto (I)2882143
1984-85Sporting (I)2781791
1985-86Sporting (I)2751944
1986-87FC Porto (I)1611231
1987-88FC Porto (I)35122681
1988-89FC Porto (I)28216102
1989-90Beira Mar (I)3029813
1990-91Beira Mar (I)331101013
1991-92Beira Mar (I)331111012
1992-93Beira Mar (I)210579
1993-94Gil Vicente (I)70241
1994-95Ovarense (H)32212911
1995-96Sanjoanense (II)183549
Treinador desde a 9ª jornada
Total de Jogos e Golos:JGVED
Prova778163398178202
I Divisão48382246121116
Taça de Portugal783256616
Comp. UEFA501229615
Supertaça Nacional70232
Liga de Honra32212911
II Divisão8329382223
Selecção Nacional2719711
Outras selecções185648
Estreia na I Divisão:
Beira Mar-CUF, 0-1 (7-9-1975, 75m)
Treinador:Frederico Passos
Títulos:
Campeão de Portugal em 87/88
Vencedor da Taça de Portugal em 83/84 e 87/88
Vencedor da Supertaça de Portugal em 81/82, 83/84 e 86/87
Vencedor da Taça dos Campeões Europeus em 86/87
Vencedor da Supertaça Europeia em 1987
Vencedor da Taça Intercontinental em 1987
Pela selecção nacional obteve o 3º lugar no Europeu de 1984

e participou na fase final do Mundial de 1986

Perfil: Empolgamento e revolta pertenciam às coisas pessoais que não repartia com os outros. Era capaz de incendiar um jogo com o seu futebol brilhante feito de saber, inteligência e equilíbrio; de extrair da plateia os aplausos justificados pelos dotes de artista notável aos quais juntava uma apuradíssima concepção táctica; de referência construtiva da equipa no momento de pôr a máquina brilhar. Tinha, também, o dom do remate fortíssimo, que transformava em sucessivos tiros certeiros capazes de derrubar as muralhas mais compactas erguidas à sua frente, o que fazia em qualquer momento e circunstância. E no entanto, apesar de emitir imenso calor, era um jogador apagado e frio. Não por questões de ordem estética, não para tirar partido disso como factor de surpresa, mas apenas porque nem o futebol alterava a imagem do que era fora dele: um homem triste, metido consigo próprio, que preferia interiormente todas as emoções, incluindo as mais vibrantes. Por todas as razões, António Sousa foi o jogador fascinante. Suportado num talento genético indiscutível — facilmente detectável pela forma como jogava a bola — dimensionou-o pela perfeição com que assimilou todos os princípios do jogo em termos de posicionamento, sentido estratégico e capacidade para entender as contingências da luta. Tornou-se, então, uma das grandes referências do seu tempo, até pela longevidade de uma carreira que por pouco não atingia o número mágico de 500 jogos na I Divisão. Médio de extremo requinte a executar era precioso no modo como punha a equipa a funcionar, responsabilidade à qual acrescentava o perigo no momento de se aproximar da grande área. Pela potência, intuição e certeza do remate o seu conceito de distância fugia ao senso comum: não precisava de se chegar muito perto da baliza para se relacionar com o golo. Nos livres directos, então, tudo podia acontecer, sobretudo na zona mais descaída para a esquerda do ataque — aquela que melhor servia o tiro com o pé direito. Um jeito que o filho Ricardo herdou e aplicou ao pé esquerdo, entrando no século XXI como um dos grandes especialistas de lances de bola parada do futebol português.
História: Aos 15 anos o sonho começou a ser realidade: entrou para os juvenis da Sanjoanense. Na época seguinte cumpriria apenas seis meses nos juniores, porque o treinador da equipa principal, Harold Campos, chamou-o para os seniores quando tinha apenas 16 anos. Até 1975 permaneceu no clube da terra, até ao dia em que Fernando Cabrita, então no Beira-Mar, o foi observar. Em Aveiro, Sousa cresceu, tornou-se ídolo, jogou ao lado de Eusébio, esteve um ano na II Divisão e começou a ser alvo da cobiça de muitos clubes: FC Porto, Benfica, Sporting, Belenenses, Vitória de Guimarães e Sporting de Espinho.
Carreira: Em 1979 aceitou o convite do FC Porto de José Maria Pedroto. Triunfou logo nas Antas, mas as grandes vitórias tardaram em aparecer. De azul e branco permaneceu até 1984, altura em que aceitou o desafio de jogar dois anos no Sporting. Enquanto esteve em Alvalade, os portistas ganharam os dois títulos e quando regressou à Invicta o campeão foi o Benfica. Acabaria, finalmente, por sagrar-se campeão em 1987/88, sob o comando de Tomislav Ivic, embora o seu currículo com o dragão ao peito seja assinalável, percorrendo por inteiro e em destaque todas as glórias internacionais.
Selecção: Na selecção cumpriu, sempre como titular, a totalidade dos encontros efectuados nas fases finais do Euro-84 e do Mundial-86 — só ele e Álvaro Magalhães o conseguiram. Para um jogador de grande regularidade exibicional, de presença constante ao longo da época e de bom rendimento na equipa das quinas, os números finais não lhe fazem toda a justiça: só 27 jogos — o último dos quais já ao serviço do Beira-Mar — e um só golo marcado — um golão, por sinal, à Espanha, no Europeu de 1984, através de espectacular lance em que fez chapéu sublime ao guarda-redes contrário (Arconada).
O Fim: No final de 1988/89 foi engolido pela renovação do plantel portista, facto que nunca digeriu bem, até porque Artur Jorge lhe dissera, semanas antes, que contava com ele para a temporada seguinte. Estava a jogar ao seu nível, com frescura e motivação, razão pela qual não aceitou o motivo do afastamento. Regressou então ao Beira-Mar, onde esteve mais quatro épocas, ao longo das quais ainda disputou uma final da Taça de Portugal, com derrota perante o FC Porto (1-3). Em 1993/94 transferiu-se para o Gil Vicente, mas não foi feliz, para acabar na Ovarense (II Divisão). Encetou carreira de Treinador, que cumpriu um trajecto familiar: início na Sanjoanense (1995/97), ao que se seguiu o Beira-Mar, desde Janeiro de 1997 — um longo percurso marcado pela vitória na Taça de Portugal de 1997/98, selada com um golo fantástico do filho Ricardo.

Do livro: 100 Melhores do Futebol Português, da autoria de Rui Dias

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terça-feira, janeiro 16, 2007

JOÃO Manuel Vieira PINTO

Grandes Internacionais Portugueses

JOÃO Manuel Vieira PINTO
Médio/Avançado
Nasceu no Porto, em 19 de Agosto de 1971
Internacional pelo Boavista, At. Madrid (Esp), Benfica e Sporting
Campeão do Mundo de Juniores em 1989 e 1991


J

V

E

D

G

Sel. Nacional:

81

46

21

14

23

C. Mundo (final)

3

1

0

2

0

C. Mundo (apur.)

24

16

6

2

7

C. Europa (final)

8

5

1

2

2

C. Europa (apur.)

17

12

3

2

12

Particulares

29

12

11

6

2

Sel. Esperanças:

34

21

6

7

8

C. Mundo (Juniores)

12

10

1

1

2

C. Europa (final)

4

3

0

1

3

C. Europa (apur.)

10

4

3

3

2

Particulares

8

4

2

2

1

Sel. de Juniores

22

12

6

4

11

C. Mundo (Juvenis)

0

0

0

0

0

C. Europa (final)

6

3

2

1

4

C. Europa (apur.)

4

4

0

0

0

Particulares

12

5

4

3

7

Sel. de Juvenis:

15

9

3

3

5

C. Europa (final)

6

3

2

1

2

C. Europa (apur.)

3

3

0

0

1

Particulares

6

3

1

2

2



1.28-02-87LouléJUVT.I. AlgarveEspanhaD1-2
2.01-03-87PortimãoJUVT.I. AlgarveFrançaD0-2
3.03-03-87FaroJUVT.I. AlgarveItáliaV1-01 g
4.25-03-87PlopeniJUVC. Europa (apur.)ROMÉNIAV1-0
5.29-05-87RedonJUVC. Europa (final)ESCÓCIAD1-31 g
6.13-02-88FaroJUVT.I. AlgarveItáliaV2-0
7.14-02-88SilvesJUVT.I. AlgarveAlemanhaV3-21 g
8.16-02-88OlhãoJUVT.I. AlgarveFrançaE0-0
9.09-03-88LisboaJUVC. Europa (apur.)BULGÁRIAV1-0
10.23-03-88SadanskiJUVC. Europa (apur.)BULGÁRIAV2-11 g
11.31-03-88LixaJUNT.I. Porto IsraelD0-3
12.01-04-88PenafielJUNT.I. Porto EspanhaV1-0
13.03-04-88MaiaJUNT.I. Porto HolandaD0-2
14.04-05-88RenensJUNC. Europa (apur.)SUIÇAV2-0
15.11-05-88BasauriJUVC. Europa (final)REP. IRLANDAE0-0
16.13-05-88ParabaracaldoJUVC. Europa (final)BÉLGICAV1-01 g
17.15-05-88SestaJUVC. Europa (final)SUIÇAV1-0
18.18-05-88ValdemoroJUVC. Europa (final)ALEMANHA DEM.V4-0
19.21-05-88MadridJUVC. Europa (final)ESPANHAE0-0
20.22-07-88KoprivniceJUNC. Europa (final)HOLANDAV3-01 g
21.24-07-88OpavaJUNC. Europa (final)ESPANHAV2-01 g
22.27-07-88Frydek-MistekJUNC. Europa (final)U.R.S.S.D1-31 g
23.07-12-88LisboaJUNParticularFrançaE1-1
24.27-12-88TelaviveJUNT.I. IsraelRoméniaE1-1
25.28-12-88HaifaJUNT.I. IsraelIsraelD1-21 g
26.29-12-88Petach TivkaJUNT.I. IsraelLiechtensteinV7-03 g
27.30-12-88HaifaJUNT.I. IsraelIslândiaV5-01 g
28.02-01-89Kfar SabaJUNT.I. IsraelRep. da IrlandaE1-11 g
29.17-02-89RyadESPC. Mundo (final)CHECOSLOVÁQUIAV1-0
30.20-02-89RyadESPC. Mundo (final)NIGÉRIAV1-01 g
31.22-02-89RyadESPC. Mundo (final)ARÁBIA SAUDITAD0-3
32.25-02-89RyadESPC. Mundo (final)COLÔMBIAV1-0
33.28-02-89RyadESPC. Mundo (final)BRASILV1-0
34.03-03-89RyadESPC. Mundo (final)NIGÉRIAV2-0
35.23-03-89Marco CanavezesJUNT.I. PortoHolandaV4-2
36.24-03-89PenafielJUNT.I. PortoIsraelV2-01 g
37.26-03-89MaiaJUNT.I. PortoSuéciaE0-0
38.19-04-89Chatel-St.DenisJUNC. Europa (apur.)SUIÇAV3-0
39.23-04-89TiranaJUNC. Europa (apur.)ALBÂNIAV2-0
40.05-09-89BeverenESPC. Europa (apur.)BÉLGICAE1-1
41.05-10-89ChrudimESPC. Europa (apur.)CHECOSLOVÁQUIAD0-1
42.09-10-89EttelbruckESPC. Europa (apur.)LUXEMBURGOV3-0
43.01-11-89ManzianaJUNC. Europa (apur.)ITÁLIAV2-0
44.14-11-89LisboaESPC. Europa (apur.)CHECOSLOVÁQUIAD0-3
45.24-07-90BekescsabaJUNC. Europa (final)HUNGRIAE1-1
46.26-07-90GyulaJUNC. Europa (final)ESPANHAV2-11 g
47.29-07-90BekescsabaJUNC. Europa (final)U.R.S.S.E0-0
48.28-08-90AmadoraESPParticularAlemanhaE1-1
49.16-10-90PortoESPC. Europa (apur.)HOLANDAE0-0
50.18-12-90LisboaESPParticularIsraelV3-1
51.15-01-91VillarealESPParticularEspanhaD0-2
52.29-01-91Las PalmasESPT.I. AtlânticoAlemanhaD0-3
53.01-02-91Las PalmasESPT.I. AtlânticoSuéciaE1-1
54.08-02-91La ValettaESPC. Europa (apur.)MALTAV3-12 g
55.19-02-91MaiaESPC. Europa (apur.)MALTAV2-0
56.26-02-91DublinESPParticularRep. da IrlandaV1-0
57.16-04-91BayonneESPParticularFrançaV1-01 g
58.23-04-91LisboaESPParticularEspanhaV2-0
59.14-06-91PortoESPC. Mundo (final)REP. IRLANDAV2-01 g
60.17-06-91LisboaESPC. Mundo (final)ARGENTINAV3-0
61.20-06-91LisboaESPC. Mundo (final)COREIAV1-0
62.22-06-91LisboaESPC. Mundo (final)MÉXICOV2-1
63.26-06-91LisboaESPC. Mundo (final)AUSTRÁLIAV1-0
64.30-06-91LisboaESPC. Mundo (final)BRASILE0-0
65.03-09-91PortoESPC. Europa (apur.)ÁUSTRIAD2-3
66.10-09-91PortoESPC. Europa (apur.)FINLÂNDIAV2-0
67.12-10-91LuxemburgoAAParticularLuxemburgoE1-1
68.15-10-91UtrechtESPC. Europa (apur.)HOLANDAE1-1
69.20-11-91LisboaAAC. Europa (apur.)GRÉCIAV1-01 g
70.15-01-92Torres NovasAAParticularEspanhaE0-0
71.12-02-92FaroAAParticularHolandaV2-0
72.31-05-92New HavenAAParticularItáliaE0-0
73.04-06-92ChicagoAAParticularEstados UnidosD0-1
74.07-06-92FoxboroAAParticularRep. da IrlandaD0-2
75.02-09-92LinzAAParticularÁustriaE1-1
76.24-01-93La ValletaAAC. Mundo (apur.)MALTAV1-0
77.19-06-93PortoAAC. Mundo (apur.)MALTAV4-01 g
78.05-09-93TallinAAC. Mundo (apur.)ESTÓNIAV2-0
79.13-10-93PortoAAC. Mundo (apur.)SUIÇAV1-01 g
80.10-11-93LisboaAAC. Mundo (apur.)ESTÓNIAV3-0
81.17-11-93MilãoAAC. Mundo (apur.)ITÁLIAD0-1
82.19-01-94VigoAAParticularEspanhaE2-2
83.09-03-94SzczecinESPC. Europa (final)POLÓNIAV3-12 g
84.23-03-94CoimbraESPC. Europa (final)POLÓNIAV2-0
85.15-04-94NimesESPC. Europa (final)ESPANHAV2-01 g
86.20-04-94MontpellierESPC. Europa (final)ITÁLIAD0-1
87.09-10-94RigaAAC. Europa (apur.)LETÓNIAV3-12 g
88.13-11-94LisboaAAC. Europa (apur.)ÁUSTRIAV1-0
89.18-12-94LisboaAAC. Europa (apur.)LIECHTENSTEINV8-01 g
90.26-04-95DublinAAC. Europa (apur.)REP. IRLANDAD0-1
91.11-10-95VienaAAC. Europa (apur.)ÁUSTRIAE1-1
92.15-11-95LisboaAAC. Europa (apur.)REP. IRLANDAV3-0
93.12-12-95LondresAAParticularInglaterraE1-1
94.27-03-96LisboaAAParticularGréciaV1-0
95.29-05-96DublinAAParticularRep. da IrlandaV1-0
96.09-06-96SheffieldAAC. Europa (final)DINAMARCAE1-1
97.14-06-96NottinghamAAC. Europa (final)TURQUIAV1-0
98.19-06-96NottinghamAAC. Europa (final)CROÁCIAV3-01 g
99.23-06-96BirminghamAAC. Europa (final)REP. CHECAD0-1
100.31-08-96ErevanAAC. Mundo (apur.)ARMÉNIAE0-0
101.05-10-96KievAAC. Mundo (apur.)UCRÂNIAD1-21 g
102.09-10-96TiranaAAC. Mundo (apur.)ALBÂNIAV3-0
103.09-11-96PortoAAC. Mundo (apur.)UCRÂNIAV1-0
104.14-12-96LisboaAAC. Mundo (apur.)ALEMANHAE0-0
105.22-01-97BragaAAParticularFrançaD0-2
106.19-02-97AtenasAAParticularGréciaE0-0
107.29-03-97BelfastAAC. Mundo (apur.)IRLANDA DO NORTEE0-0
108.07-06-97PortoAAC. Mundo (apur.)ALBÂNIAV2-01 g
109.20-08-97SetúbalAAC. Mundo (apur.)ARMÉNIAV3-1
110.06-09-97BerlimAAC. Mundo (apur.)ALEMANHAE1-1
111.11-10-97LisboaAAC. Mundo (apur.)IRLANDA DO NORTEV1-0
112.22-04-98LondresAAParticularInglaterraD0-3
113.19-08-98Ponta DelgadaAAParticularMoçambiqueV2-1
114.06-09-98BudapesteAAC. Europa (apur.)HUNGRIAV3-1
115.10-10-98PortoAAC. Europa (apur.)ROMÉNIAD0-1
116.14-10-98BratislavaAAC. Europa (apur.)ESLOVÁQUIAV3-02 g
117.10-02-99ParisAAParticularHolandaE0-0
118.26-03-99GuimarãesAAC. Europa (apur.)AZERBAIJÃOV7-02 g
119.31-03-99VaduzAAC. Europa (apur.)LIECHTENSTEINV5-0
120.05-06-99LisboaAAC. Europa (apur.)ESLOVÁQUIAV1-0
121.09-06-99CoimbraAAC. Europa (apur.)LIECHTENSTEINV8-03 g
122.18-08-99LisboaAAParticularAndorraV4-01 g
123.04-09-99BakuAAC. Europa (apur.)AZERBAIJÃOE1-1
124.08-09-99BucaresteAAC. Europa (apur.)ROMÉNIAE1-1
125.10-10-99LisboaAAC. Europa (apur.)HUNGRIAV3-01 g
126.23-02-00CharleroiAAParticularBélgicaE1-1
127.29-03-00LeiriaAAParticularDinamarcaV2-1
128.26-04-00Reggio di CalabriaAAParticularItáliaD0-2
129.02-06-00ChavesAAParticularPaís de GalesV3-0
130.12-06-00EindhovenAAC. Europa (final)INGLATERRAV3-21 g
131.17-06-00ArnhemAAC. Europa (final)ROMÉNIAV1-0
132.24-06-00AmesterdãoAAC. Europa (final)TURQUIAV2-0
133.28-06-00BruxelasAAC. Europa (final)FRANÇAD1-2
134.16-08-00ViseuAAParticularLituâniaV5-11 g
135.03-09-00TalinAAC. Mundo (apur.)ESTÓNIAV3-1
136.07-10-00LisboaAAC. Mundo (apur.)REP. IRLANDAE1-1
137.15-11-00BragaAAParticularIsraelV2-1
138.28-02-01Funchal (Barreiros)AAC. Mundo (apur.)ANDORRAV3-0
139.02-06-01DublinAAC. Mundo (apur.)REP. IRLANDAE1-1
140.06-06-01Lisboa (Alvalade)AAC. Mundo (apur.)CHIPREV6-02 g
141.15-08-01FaroAAParticularMoldáviaV3-0
142.01-09-01LéridaAAC. Mundo (apur.)ANDORRAV7-1
143.05-09-01LarnacaAAC. Mundo (apur.)CHIPREV3-1
144.06-10-01Lisboa (Luz)AAC. Mundo (apur.)ESTÓNIAV5-01 g
145.14-11-01Lisboa (Alvalade)AAParticularAngolaV5-1
146.13-02-02BarcelonaAAParticularEspanhaE 1-1
147.27-03-02Porto (Bessa)AAParticularFinlândiaD1-4
148.17-04-02Lisboa (Alvalade)AAParticularBrasilE1-1
149.25-05-02MacauAAParticularChinaV2-0
150.05-06-02SuwonAAC. Mundo (final)ESTADOS UNIDOSD2-3
151.10-06-02JeonjuAAC. Mundo (final)POLÓNIAV4-0
152.14-06-02IncheonAAC. Mundo (final)COREIA DO SULD0-1

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